Poema "Coisas que aprendi lavando louças, talheres,
pias de cozinha e lavanderia e similares, diariamente,
em noites 🌙, dias 🌞 e madrugadas🌕" :
Tudo tenta sobreviver ao nada: Tudo o que é matéria
e/ou energia tenta ao menos, no mínimo, a só-brev-vênm-si-a.
Na Terra, no m-ar, nu líquido e no só-l-i-D-o, nu fogo,
amigo ou inimigo, na natureza e nas sós-se-é-dá-dizs,
nos rei-nus mi-ne-r-all, ve-G-tao e / ou a- ni-M-au, na esponja (arti-f-Is-(e/i)-ao)
com a qual, minério ou artifício (de nylon e/ou (outros/as substâncias essenciais
limpadoras, com ou sem divergências) se-me-l-h-antes, impera o projeto do existir,
acima de tudo, superar a(s) perda(s), perDURAR, passando a limpo o tempo e o espaço
e quantas dimensões mais houver(em) entre o aqui e agora e passado, presente e futuro,
ser vindo ou não 👎 ao que se tem no m(o)r-ment-(o) segunda-feira de segundos diminutos
seguindo instantes inconstantes na constância dialética da consciência na concretude em construção 🚧 de minutos e segundos vitais, benéficos, básicos, fundamentais e essenciais
para se faz-Ser um mundo inteiro melhor e concreto, na prosa poética ou Poema em Prosa,
de primeira, do início há o sim... Tudo limpo, tudo li(n)do, tudo sÉr-t(o)(o), como 2 e 2 sã(o)(s) 13... ou
2 ou 3 ou 4 ou 5 ou 6 ou 7 ou 8 ou 9 ou 10, ou 11, ou 12 ou 13, ou 14, ou m-esmo 15, talvez 16,
quem poderá dizer 17 mas com certeza 18, data (dia) do meu aniversário em março...
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