Descobri o óbvio ululante:
A insônia desde os anos oitenta
é que me faz fazer poemas na madrugada
improvisando ou não cada instante
numa perspectiva que muito mais tenta
extrair algo de bom da mente mesmo cansada
mas sempre em luta constante
num eterno ciclo, círculo vicioso de violenta
tempestade cerebral, por tudo e até por nada.
© Cláudio Carvalho Fernandes 2025.
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