Uma lágrima Só se verteu
do aMAR dos (o)lh(o)s,
com tanto sal,
com tanta vida,
como quanto
a própria luz do olhar.
Uma lágrima choveu
do séu dos olhos, séus,
brincando com os ares do rosto,
num sorriso amargo, cáustico,
de que mesmo a vida
já teria sido sonhada alguma vez...
© Cláudio Carvalho Fernandes 1989-2025.