Cláudio Carvalho Fernandes
"A existência precede a essência"
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Lula e Haddad                                    

 

 

Por Maria, Filha do Sol

 

 

 

Lula assumiu o país com serviços públicos desmantelados e a diplomacia isolada. Fernando Haddad tem sido fundamental na reconstrução. Herdou uma economia em ruínas, com um rombo enorme, liderou a reforma tributária mais moderna da história, que entra em vigor em 2027, tornando o sistema mais justo e eficiente. Ampliou a faixa de isenção do Imposto de Renda para até R$ 5 mil e propôs a taxação dos mais ricos. Com salário-mínimo valorizado e políticas sociais, o governo garante crescimento com justiça. A economia avança, a inflação e a desigualdade recuam.

 

Muito foi feito em apenas dois anos. Nos últimos dias, o governo destinou R$ 844 milhões para modernizar o Porto de Itajaí, impulsionando a economia local e gerando empregos. Também lançou o programa "Agora Tem Especialistas", que prevê a aquisição de 121 aceleradores lineares até 2026, fortalecendo o tratamento oncológico no SUS. No Nordeste, os investimentos em segurança hídrica avançam. Revitalizou a gratuidade de medicamentos no programa Farmácia Popular. No Paraná, Lula anunciou centenas de assentamentos, com expansão prevista para diversos outros estados. 

 

Lula e Haddad anunciaram uma série de medidas importantes nas áreas de infraestrutura, saúde, indústria e economia, todas voltadas ao desenvolvimento sustentável do país. A Petrobras encomendou 52 novas embarcações até o final de 2026, com investimento de R$ 29 bilhões, fortalecendo a indústria naval e garantindo conteúdo local. Na China, Lula atraiu R$ 27 bilhões para projetos no Brasil, incluindo um hub de energia renovável no Piauí. No Japão, firmou acordos de cooperação em energias renováveis e apoio ao Fundo Amazônia. No Vietnã, assinou um plano de ação com foco em defesa, comércio, agricultura e sustentabilidade. Na França, Haddad participou dos Diálogos Econômicos Brasil-França, reforçando laços por uma economia mais sólida e nos Estados Unidos, apresentou o plano nacional de data centers, em reuniões com gigantes do setor. Alckmin anunciou R$ 468 bilhões em investimentos no programa Nova Indústria Brasil, com R$ 74,1 bilhões já contratados e outros R$ 380,1 bilhões previstos até 2029.

 

A Vale anunciou, em cerimônia com o presidente Lula, um investimento de R$ 70 bilhões até 2030 na região de Carajás. O anúncio reforça o papel do governo como interlocutor e apoiador institucional. Investimentos dessa escala só são possíveis porque o Brasil voltou a oferecer estabilidade política, segurança jurídica e compromisso com infraestrutura e desenvolvimento sustentável. Projetos dessa natureza exigem articulação federativa em licenciamento, logística e segurança, e o governo já destinou R$ 15 bilhões para obras como ferrovias e duplicações na região Norte. A nova fase da Vale também prevê conteúdo local e geração de empregos, alinhando-se à política de reindustrialização inclusiva.

 

O governo Lula tenta reconstruir o pacto social, e isso incomoda quem sempre lucrou com a exclusão. Atacar a inclusão é desonestidade perversa. Foi Haddad quem enfrentou a inflação de 60% nos alimentos herdada do governo anterior. É preciso cuidar das contas públicas, mas não ao custo da vida, da terra, da escola, do hospital, do prato de comida. Não se constrói um país com metas que ignoram a dignidade. Todos deveriam se unir por um Brasil em desenvolvimento com inclusão verdadeira.

 

O reconhecimento ao trabalho de Haddad é evidente entre aqueles que mantêm postura honesta e não se deixam conduzir por miudezas e disputas partidárias. Entre setores resistentes ao Estado, ele é respeitado. Marcelo Noronha, CEO do Bradesco, elogiou sua condução econômica, destacando a queda do desemprego e o aumento da renda real. Líderes do Itaú, Santander e BTG Pactual reconheceram a relevância de sua agenda fiscal. Mansueto Almeida, do BTG, apontou que o pacote fiscal pode reduzir o déficit primário. Joaquim Levy, do Safra, também reconheceu os avanços. Um dos sócios da XP destacou a postura aberta de Haddad e sua credibilidade junto ao mercado. Esses reconhecimentos mostram que, mesmo sob ataque de parcela do tal mercado, político e de parte da mídia, Haddad conduz a economia com responsabilidade, visão estratégica e diálogo. Algo raro entre ministros da Fazenda em cenários tão adversos.

 

Bolsonaro e Paulo Guedes promoveram o desmonte deliberado dos serviços públicos. Sucatearam o INSS, o SUS, o Bolsa Família, a educação e os órgãos ambientais. Mesmo com orçamento robusto, optaram por não investir em políticas sociais. Era uma escolha ideológica: enfraquecer o Estado para justificar privatizações, terceirizações e cortes de direitos. O resultado foi o agravamento das desigualdades e um país em frangalhos.

 

Diante de um país fragilizado, o governo Lula precisa arrecadar mais para reconstruir o que foi destruído. Quando Haddad propõe ajustes, como a alta temporária do IOF, enfrenta críticas de setores que ignoram a realidade. São medidas que evitam o sucateamento de áreas essenciais como saúde e educação. O governo progressista acredita na lógica do cuidado. Enquanto o neoliberal prioriza os privilegiados, o progressista reparte. Não se trata de caridade, mas de responsabilidade com as pessoas. Afinal, queremos Estado e pagamos impostos para quê? Se ainda há dúvidas sobre a diferença, pense numa família. O neoliberal é como aquele parente rico que vira o rosto quando alguém precisa. O progressista é como aquele que, mesmo com pouco, ajuda como pode. Eles se importam.

 

Muitos que agem assim, que se importam com seus familiares, amigos e até com outros, aplaudem ataques ao PT sem perceber que pensam como progressistas. Foram levados por discursos vazios de antipetismo automático, pela tolice do socialismo e do comunismo, e acabaram sequestrados pela desinformação. Isso é populismo, é manipulação, isso destrói a consciência de classe e a solidariedade indispensável.

 

Lula e Haddad enfrentam o desafio de equilibrar as contas sem sacrificar em demasia. Parte da esquerda cobra por mais ousadia, sem compreender que governar exige responsabilidade com a estabilidade e condições políticas reais para avançar. O arcabouço fiscal foi uma medida tática para evitar o caos e garantir governabilidade. Não há contradição entre estabilidade econômica e justiça social. O que há é uma disputa. De um lado, os super ricos que querem o Estado mínimo. De outro, os que sabem que sem investimento público não há país viável. Para o mercado, investimento em gente é gasto.

 

Onde estavam esses críticos no desmonte anterior? Quem hoje cobra de Haddad deveria responder onde estava quando os cofres públicos eram saqueados, a Amazônia ardia em chamas e o povo morria sem oxigênio em Manaus, enquanto filas de osso se formavam diante da fome.

 

Num país acostumado a ver ministros da Fazenda a serviço dos que têm mais, Haddad representa uma virada histórica. Governa com equilíbrio, mas não esquece que a economia deve servir a todo o povo brasileiro.

 

Em breve, chegará o momento inevitável de tornar visível, ao alcance de grande parcela do povo brasileiro, tudo o que este governo realizou. Além das mudanças já sentidas no dia a dia, a verdade que ainda não chegou, chegará. A maioria dos brasileiros reconhece quem governa com o povo e para o povo. Só falta desfazer o estrago das fake news dessa oposição escrota, que vive de enganar e manipular um povo que, por ingenuidade ou por falta de condições de estar bem-informado, acaba momentaneamente se deixando levar. Cabe a nós reverter os efeitos dessa manipulação.

 

Estamos com este governo porque escolhemos um Brasil que avança com todos. 

 

Sigamos unidos!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cláudio Carvalho Fernandes, Maria Filha do Sol, Facebook e Outras(os)
Enviado por Cláudio Carvalho Fernandes em 08/06/2025
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